a Goma de colageno juntamente com goma guae e citrus era para dar um jeito na pança de mamute, enfim cadê o resultado? está indo pro fim e já não aguento mais o gosto!
Vou mudar o destino das férias vou para uma ilha deserta ...
Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.
domingo, novembro 15, 2009
I'm feeling just a tad disappointed
sábado, novembro 14, 2009
Checando os e-mails:notícias dos amigos
Tão engraçadinha e fofa a Juliana Scorza - toda feliz porque lendo uma reportagem viu seu nome citado por um crítico de artes -- mas pudera eu sempre gostei do seu trabalho, não sou crítico e não entendo de artes plásticas mas talentosa sempre fora e despontar é o seu destino, adoro gente assim: multi multipla.
Aqui juz a reportagem de Rodrigo de Souza Leão
e nessa outra um estudo da 'Mulher Derretida' o quadro acima por José Maria Dias da Cruz
Aqui juz a reportagem de Rodrigo de Souza Leão
e nessa outra um estudo da 'Mulher Derretida' o quadro acima por José Maria Dias da Cruz
Começar o sábado
Lendo um jornal, um café e um trago de poesia:
Emily Dickinson
249 -
Noites Loucas — Noites Loucas!
Estivesse eu contigo
Noites Loucas seriam
Nosso luxuoso abrigo!
Para Coração em porto —
Ventos — são coisas fúteis —
Bússolas — dispensáveis —
Portulanos* — inúteis!
Navegando em pleno Éden —
Ah, o Mar!
Quem dera — esta Noite — em Ti
Ancorar!
Tradução: Paulo Henriques Britto
*Portulano (do latim "portus", porto), ou portolano, é uma antiga carta náutica Europeia, datada do século XIII ou posterior
Original em inglês:
Wild Nights — Wild Nights!
Were I with thee
Wild Nights should be
Our luxury!
Futile — the Winds —
To a Heart in port —
Done with the Compass —
Done with the Chart!
Rowing in Eden —
Ah, the Sea!
Might I but moor — Tonight —
In Thee!
---- • ----
Wild Nights — Wild Nights!
Were I with thee
Wild Nights should be
Our luxury!
Futile — the Winds —
To a Heart in port —
Done with the Compass —
Done with the Chart!
Rowing in Eden —
Ah, the Sea!
Might I but moor — Tonight —
In Thee!
---- • ----
terça-feira, novembro 10, 2009
domingo, novembro 08, 2009
O que se deve fazer com a intuição?
"Não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis do Universo - o único caminho é a intuição" - frase atribuída a Albert Einstein (1879-1955)
Em filosofia, intuição é o processo de apreensão racional não-discursiva de um fenômeno ou de uma relação. Se a razão discursiva se caracteriza por um processo paulatino que culmina numa conclusão, a intuição é compreensão directa, imediata de algo.
Opondo-se diretamente a Descartes, Charles Sanders Peirce nega que tenhamos o poder de conhecer de maneira imediata ou intuitiva nossos próprios pensamentos (autoconhecimento). Para Peirce, o conhecimento de um pensamento é a interpretação do mesmo em outro pensamento. Nessa interpretação, o pensamento interpretado pelo pensamento posterior é signo-pensamento, e o pensamento que interpreta o pensamento anterior é interpretante.
Vários centros de pesquisas hoje analisam o fenômeno da intuição ou do sexto sentido, inclusive a neurociência.
E se a gente pode definir intuição sem qualquer conotação paranormal, espírita, nada disso... Então, se você considerar que o cérebro é uma máquina, digamos, não só de responder aos acontecimentos - isso é a parte mais fácil, o menor do trabalho do cérebro – mas, principalmente, de usar toda a informação que ele já colheu sobre o passado da sua experiência de vida, das regras que você aprende e generalizar para o futuro. E que ele, mais do que qualquer coisa, tenta o tempo todo usar essa informação para prever o futuro, para antecipar o que vai acontecer, guiando, então, o comportamento. A gente pode dizer que a intuição é nada mais do que esse trabalho que o cérebro faz em permanência, de tentar adivinhar o que vai acontecer. Desde o nível mais imediato, mais instantâneo – o que vai acontecer se eu fizer esse movimento com a minha mão ou se eu botar o pé no chão, quando que ele vai encontrar o chão de fato? Até um futuro mais distante. O que eu devo estudar para poder ser jornalista ou cientista no futuro? Ou será que o ônibus que está vindo pela rua vai passar do meu lado em segurança ou será que vem na minha direção? Então, eu acho que o que a gente chama cotidianamente de intuição é esse meio-termo. O que acontece são essas previsões no espaço de poucos segundos sobre o que vai acontecer no futuro. Então, se a gente pensar que o cérebro tenta fazer isso o tempo todo, boa parte das vezes ele vai errar. E essas em que ele erra passam em branco, você não nota. Agora, se a gente considerar que esse trabalho por excelência do cérebro é extremamente importante naquela hora em que ele faz a predição e acerta, de fato, aquilo acontece, é extraordinariamente importante que alguma parte do cérebro chame a atenção para aquela... adivinhação que se cumpriu, que deu certo. É o prêmio para o funcionamento do próprio cérebro, né? Quer dizer: “Olha, você acertou”. Então, faz isso de novo da próxima vez, porque funciona. Então, eu acho que aí a diferença entre ouvir ou não ouvir a intuição está em o que a gente fez com esses avisos, digamos, essas previsões que o cérebro manda para a gente, o quanto você ouve disso e o quanto você respeita essa informação. (Suzana Herculano-Houzel)
Vendo isso penso porquê o Fantástico fez um matéria sobre o paranrmal ... depois ela na sequência ...
O que se deve fazer com a tal da intuição?
sábado, novembro 07, 2009
Não seria necessário explicar nada
Já que as pessoas sem ter o que fazer, perguntam da sua vida, mas não se interessam pelas suas respostas, perguntam pela sua sexualidade e identidade e já na sequência o rotulam, de onde sairam esses e me acham no Skype: disperdício de meu tempo escutar gente chata ... Desperdício de um post também!!!ADo ADo cada um no seu ...(viu Adolpho)
quinta-feira, novembro 05, 2009
Este outro fiz especialmente a esse blog
A vontade de crer,
das verdades absolutas
ao que é verdadeiro e oportuno,
das realidades da experiência
as verdades verificadas.
A idéia do Nada
A idéia do Nada,
me assusta.... Escolho minha vida,
minha liberdade... Estou condenado a escolher.
Minha própria essência nega
dominação e exploração.
Minha própria essência quer chegar
à liberdade.
Minha própria essência não é igual
para todos.
Fui lançado num mundo que não escolhi ...
(este poema escrevi hoje 25-11-09 inspirado numa antiga paixão)
me assusta.... Escolho minha vida,
minha liberdade... Estou condenado a escolher.
Minha própria essência nega
dominação e exploração.
Minha própria essência quer chegar
à liberdade.
Minha própria essência não é igual
para todos.
Fui lançado num mundo que não escolhi ...
(este poema escrevi hoje 25-11-09 inspirado numa antiga paixão)
terça-feira, novembro 03, 2009
quinta-feira, outubro 29, 2009
quarta-feira, outubro 28, 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
Cinema música video
Estranho ver as criaças nos escuro isso dá uma sensação estranha ...mas a musica é perfeita
domingo, outubro 25, 2009
Manifesto pela vida
Ao menos contra o massacre o Japão existe um abaixo assinado online pedindo que se ponha um fim a esta
situação. Nao custa muito assinar ... e pode ser que resulte ...
Eu fico indignado e arrasado
A um mês mais ou menos eu tinha visto na Veja sobre massacre de golfinhos no Japão e já tinha ficado chocado mas, segundo esse site em vários locais isso ocorre inclusive no Brasil no Para eu não vejo nenhuma autoridade fazer nada! E tudo por uma maldita crença popular ... é muita ignorância! eu não aguentei ver doi demais ...
sábado, outubro 24, 2009
Poema 15(Pablo Neruda / Víctor Jara)
Me gusta cuando callas porque estás como ausente
Gosto quando calas porque pareces ausente
y me oyes desde lejos y mi voz no te toca,
E me ouves de longe e minha voz não te toca
parece que los ojos se te hubieran volado
Parece que os olhos te houvessem voado
y parece que un beso te cerrara la bo - oca.
E parece que um beijo te fechasse a boca
Me gustas cuando callas y estás como distante
Gosto quando calas e pareces distante
y estás como quejándote mariposa en arrullo,
E parece como mariposa queixando-te em arrulhos
y me oyes desde lejos y mi voz no te alcanza
E me ouves de longe e minha voz não te alcança
déjame que me calle con el silencio tu - uyo.
Deixa-me que me cale com o teu silêncio
Déjame que te hable también con tu silencio
Deixa-me que te fale também com teu silêncio
claro como una lámpara simple como un anillo,
Claro como uma lâmpada, simples como um anel
te pareces a la noche callada y constelada
Pareces a noite quieta e estrelada
tu silencio es la estrella tan lejano y senci - illo.
Teu silêncio é a estrela tão distante e singela
Me gustas cuando callas porque estás como ausente
Gosto quando calas porque pareces ausente
distante y dolorosa como si hubieras muerto,
Distante e dolorosa como se tivesse morrido
una palabra entonces, una sonrisa bastan
Uma palavra então, um sorriso bastam
y estoy alegre, alegre de que no sea cierto,
E estou alegre, alegre de que não seja certo.
una palabra entonces, una sonrisa bastan
Uma palavra então, um sorriso bastam
y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.
E estou alegre, alegre de que não seja certo.
Adoron Allan de Botton
em jardins, avenidas, viadutos e até num espremedor de limão. Adoro Allan de Botton ...
Em a “Arquitetura da Felicidade”, ele está coberto de razão quando diz que somos incovenientemente vulneráveis ao ambiente que nos cerca. Há de acreditar que todas as almas sensíveis são afetadas pelo cenário. E afirma que aquelas pessoas que aparentemente não se comovem com o que está entorno estão, na verdade, protegendo-se da possibilidade de uma angústia: a de serem expostas à ausência da beleza. Nos disperta para que as idéias políticas e éticas tem a possibilidade de serem escritas em esquadrias de janelas e maçanetas de portas; em grandes construções ou pequenos casebres;
sexta-feira, outubro 23, 2009
Encontrei meu grande amigo

Mauricio Jimenez Mena
o chilenoamigo dos anos 80 queridíssimo a quem dedico esse poema:
SAUDADE
Saudade é solidão acompanhada,
É quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
É a dor dos que ficaram para trás,
É o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
Aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
Não ter por quem sentir saudades,
Passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.
Pablo Neruda
Mariposas
Muchas veces, nos pasamos mucho tiempo de nuestra vida, correr desesperadamente detrás de lo que queremos, es un amor, un trabajo, una amistad o una casa.
Si esto le ocurre a usted, piensa en esto: no correr tras las mariposas, cuidar de su jardín y que vendrá a ti.
La vida utiliza símbolos que podemos entender que antes de que nos merecemos lo que deseamos, debemos estar listos y maduros.
Entendemos que la vida sigue su curso y es perfecta. Todo sucede en su debido tiempo.
Hicimos que se vuelven ansiosos y estamos constantemente tratando de "empujar el río". El río fluye solo, siguiendo el ritmo de la naturaleza.
Si pasamos todo el tiempo esperando las mariposas y se queja porque no se acercan a la gente, aunque viven en el jardín de nuestro vecino, que no vienen.
Pero si nos dedicamos a cuidar de nuestro jardín, de transformar nuestro espacio (la vida) una agradable fragancia y belleza, será inevitable, las mariposas que vienen a nosotros.
Da lo que tiene y la mejor vida que retribuirár.
Si esto le ocurre a usted, piensa en esto: no correr tras las mariposas, cuidar de su jardín y que vendrá a ti.
La vida utiliza símbolos que podemos entender que antes de que nos merecemos lo que deseamos, debemos estar listos y maduros.
Entendemos que la vida sigue su curso y es perfecta. Todo sucede en su debido tiempo.
Hicimos que se vuelven ansiosos y estamos constantemente tratando de "empujar el río". El río fluye solo, siguiendo el ritmo de la naturaleza.
Si pasamos todo el tiempo esperando las mariposas y se queja porque no se acercan a la gente, aunque viven en el jardín de nuestro vecino, que no vienen.
Pero si nos dedicamos a cuidar de nuestro jardín, de transformar nuestro espacio (la vida) una agradable fragancia y belleza, será inevitable, las mariposas que vienen a nosotros.
Da lo que tiene y la mejor vida que retribuirár.
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